Um dos nossos apoiantes de longa data enviou-nos um artigo do New York Times sobre o trabalho de Peter Wohlleben, um guarda florestal alemão que publicou o livro “The Hidden Life of Trees: O que elas sentem, como se comunicam – descobertas de um mundo secreto”. Apresentando a investigação científica e as suas próprias observações em termos altamente antropomórficos, o Sr. Wohlleben encantou os leitores com a notícia – há muito conhecida dos biólogos – de que as árvores da floresta são seres sociais.
Wohlleben convida os leitores a imaginar o que uma árvore pode sentir quando a sua casca se rasga (“Ai!”). “Utilizo uma linguagem muito humana”, explica. “A linguagem científica retira toda a emoção e as pessoas já não a compreendem. Quando digo: ‘As árvores amamentam os seus filhos’, toda a gente percebe imediatamente o que quero dizer.”
Isto é muito diferente da forma de falar da Plant Music, que pretende criar um novo vocabulário para descrever as experiências das plantas, mas levanta a questão: “seria mais fácil compreender o mundo das plantas se usássemos uma linguagem humana para descrever emoções não-humanas?” Diz-nos o que pensas nos comentários.
Podes ler o artigo completo no site do New York Times.